Vídeo contando um pouco sobre a história da logística

19 05 2010

O vídeo abaixo conta, resumidamente, um pouco sobre a história da logística que teve seu início em guerras da antiguidade.

Abraço!





Tipos de Containers

18 05 2010

A globalização, abertura de novos mercados, concorrência internacional, produção de produtos em países com mão de obra barata, o crescente consumo mundial devido ao aumento da população e sua renda, e entre outros fatores, são responsáveis pelo aumento da exportação e importação entre países do mundo.  Foi preciso se planejasse  a distribuição de  produtos ao redor do globo utilizando de meios seguros e que permitiriam o bom armazenamento dos mesmos.

O principal modal para transporte de cargas entre países permitindo uma garnde capacidade de carregada e frete reduzido é o marítimo. Para acondicionar os produtos para o transporte até o destino final são utilizados containers. Falando de modo grosso, containers são grandes caixa retangulares com uma entrada para o carregamento e descarregamento de produtos, paletizados ou não.

Veja abaixo alguns tipos de containers:

Insulated Container (IN)Refrigerado

Estes containers são altamente separados e resfriados por ar circulante gelado no controle de temperaturas. O ar gelado é fornecido pelo Navio- ou uma pequena base móvel ou por uma unidade acoplada. Todas as variações de cargas com controle de diferentes temperaturas, podem ser carregadas em “Conair” containers.

Integrated Reefer Container (RF / RH)Refrigerado

Os Containers Reefers são compatíveis para carregar qualquer tipo de carga que necessitem de comtrole de temperatura : Desde carne congelada e peixe até frutas como laranja, bananas e vegetais, chocolate, produtos químicos e filmes fotográficos.

Dry Cargo Container (DC/DV/HC)Dry Box

O Dry Cargo Container é o que mais se adequa a todo tipo de carga geral.

Open Top Container (OT)

Se a carga se torna difícil para ser unitizada através das portas do container, então a unitização poderá ser feita através do topo do container, com um guindaste. Após a ovação, é colocada uma lona que servirá como teto.

Flat Rack Container (FR)

Para cargas muito pesadas e com tamanho fora de padrão, podemos utilizar os containers Flat Racks, que são indicados para transporte de veículos pesados, cabos, bobinas de aço, chapas de aço, tubos, etc, podendo ser utilizados as versões de 20ft e 40ft.

Platform (PL)

As Plataformas são ideais para uso em operações ro-ro e para carregar maquinas e outras cargas  que não possam ser carregadas em nenhum outro tipo de container. Também estão disponíveis em versões de 20ft e 40ft.

Ventilated Container (VE)

O Design é especialmente compatível para cargas orgânicas, como o café.

Bulk Container (BK)

Containers apropriados para carregar carga a granel tais como farinha, cimento, plástico granulado, açucar e outros tipos de carga organica a granel.

Tank

Tanks são tipos de containers viáveis para carga IMO tipo 1, 2, 5 e carga não perigosa, refrigerada e substancias aquecidas de  -40°C até +65°C / -40° F to + 149° F.

Insulated Hanging Cargo (IH) – Refrigerado com Ganchos

Utilizado para o transporte de carnes.

O transporte marítimo não se limita apenas a containers, pois alguns produtos e, principalmente, recursos minerias e alguns alimentos são armazenados em compartimentos especias e exclusivos dos vários tipos de navios existentes, cada um com suas características. Mas falaremos de navios num post futuro.

Abraço!





Revista Mundo Logística – Edição 16

17 05 2010

Confira detalhes dos artigos desta edição:

- Redução do nível de estoques e custos, e melhoria no atendimento a clientes
O sucesso de um projeto realizado em uma grande multinacional do ramo de autopeças, que teve como objetivos: reduzir o nível dos estoques da companhia e seus custos relativos, como melhorar o atendimento aos clientes internos. Por: Geraldo Cesar Meneghello

- Redução de Custos na Gestão de Materiais
O caso de redução de custos de uma grande empresa do segmento têxtil, baseado na implantação do sistema ABC. Uma comparação do funcionamento do atual modelo de gestão de materiais (ABC) com o anterior. Por: Anderson Silva de Souza

- Redução de custos sobre as ineficiências escondidas da operação
Um caso de sucesso focando em processos historicamente embutidos e acomodados nas atividades operacionais e que geram perdas, e perdas precificadas no contexto de todo o serviço prestado ou recebido. Por: Edison Batista
- Redução de Custos em Movimentação e Separação de Materiais
Um caso de sucesso na separação e preparação de pedidos para a expedição (diminuindo o ciclo de vida do pedido). Por Edemilson Aparecido Sarmento
- Análises e Tendências de Longo Prazo para o Setor Portuário Nacional
Análise da situação atual do setor portuário nacional, verificando as suas tendências em relação à dinâmica econômica brasileira e às possibilidades de expansão no longo prazo. Por Hugo Ferreira Braga Tadeu e Jersone Tasso Moreira Silva
- A logística reversa e o meio ambiente – o caso da indústria de computadores
Análise da logística reversa pós-consumo de produtos eletroeletrônicos, especialmente de produtos da indústria de computadores no Brasil. Por João Eugenio Cavallazzi e Carlos Taboada
- Saiba como Selecionar seu Prestador de Serviços Logísticos
Na seleção de seus prestadores de serviços logísticos, o relacionamento continuado e duradouro é um bom indicador de que você pode ter feito a escolha certa. Por Paul Evanko e Edson Carillo
- Logística, supply chain e desenvolvimento sustentável
O presente estudo se apoia na análise de 111 artigos publicados entre 2004 e 2009 sobre a integração de objetivos ao mesmo tempo econômicos, ecológicos e/ou sociais na cadeia de suprimentos. Por Darli Rodrigues Vieira, Christine Belin- Munier e Milena Chang Chain
- Combinação ou Competição de Previsões: Um Estudo de Caso nos Fretes do Agronegócio – Parte 1
Estudo de caso que busca analisar o comportamento do preço de frete no setor de agronegócios, um dos mais dinâmicos da economia brasileira. Por Marina Andries Barbosa e Peter Wanke
- Parcerias Colaborativas na Cadeia de Suprimentos – um estudo no varejo supermercadista
Uma análise da relação envolvendo Centrais de Negócios e Indústrias do varejo supermercadista no Estado de São Paulo. Por Marcos Livato
- Coluna Estrategística: O caminho do Logístico
Por Rodrigo Guerra
- Coluna Logisticamente Falando: Supply Chain vs. Supply Chain
Por Rodrigo Acras
- Coluna Recomendação de Leitura: Deciding in the Dark
Por Darli Rodrigues Vieira
- Coluna As Leis da Logística: Lei I: Ambiente
Por Adalberto Panzan
3 / 3029-9397
Confira mais detalhes dos artigos desta edição:

- Redução do nível de estoques e custos, e melhoria no atendimento a clientes
O sucesso de um projeto realizado em uma grande multinacional do ramo de autopeças, que teve como objetivos: reduzir o nível dos estoques da companhia e seus custos relativos, como melhorar o atendimento aos clientes internos. Por: Geraldo Cesar Meneghello

- Redução de Custos na Gestão de Materiais
O caso de redução de custos de uma grande empresa do segmento têxtil, baseado na implantação do sistema ABC. Uma comparação do funcionamento do atual modelo de gestão de materiais (ABC) com o anterior. Por: Anderson Silva de Souza

- Redução de custos sobre as ineficiências escondidas da operação
Um caso de sucesso focando em processos historicamente embutidos e acomodados nas atividades operacionais e que geram perdas, e perdas precificadas no contexto de todo o serviço prestado ou recebido. Por: Edison Batista
- Redução de Custos em Movimentação e Separação de Materiais
Um caso de sucesso na separação e preparação de pedidos para a expedição (diminuindo o ciclo de vida do pedido). Por Edemilson Aparecido Sarmento
- Análises e Tendências de Longo Prazo para o Setor Portuário Nacional
Análise da situação atual do setor portuário nacional, verificando as suas tendências em relação à dinâmica econômica brasileira e às possibilidades de expansão no longo prazo. Por Hugo Ferreira Braga Tadeu e Jersone Tasso Moreira Silva
- A logística reversa e o meio ambiente – o caso da indústria de computadores
Análise da logística reversa pós-consumo de produtos eletroeletrônicos, especialmente de produtos da indústria de computadores no Brasil. Por João Eugenio Cavallazzi e Carlos Taboada
- Saiba como Selecionar seu Prestador de Serviços Logísticos
Na seleção de seus prestadores de serviços logísticos, o relacionamento continuado e duradouro é um bom indicador de que você pode ter feito a escolha certa. Por Paul Evanko e Edson Carillo
- Logística, supply chain e desenvolvimento sustentável
O presente estudo se apoia na análise de 111 artigos publicados entre 2004 e 2009 sobre a integração de objetivos ao mesmo tempo econômicos, ecológicos e/ou sociais na cadeia de suprimentos. Por Darli Rodrigues Vieira, Christine Belin- Munier e Milena Chang Chain
- Combinação ou Competição de Previsões: Um Estudo de Caso nos Fretes do Agronegócio – Parte 1
Estudo de caso que busca analisar o comportamento do preço de frete no setor de agronegócios, um dos mais dinâmicos da economia brasileira. Por Marina Andries Barbosa e Peter Wanke
- Parcerias Colaborativas na Cadeia de Suprimentos – um estudo no varejo supermercadista
Uma análise da relação envolvendo Centrais de Negócios e Indústrias do varejo supermercadista no Estado de São Paulo. Por Marcos Livato
- Coluna Estrategística: O caminho do Logístico
Por Rodrigo Guerra
- Coluna Logisticamente Falando: Supply Chain vs. Supply Chain
Por Rodrigo Acras
- Coluna Recomendação de Leitura: Deciding in the Dark
Por Darli Rodrigues Vieira
- Coluna As Leis da Logística: Lei I: Ambiente
Por Adalberto Panzan




Fogo destrói centro de distribuição do Ponto Frio

12 05 2010

Um incêndio de grandes proporções atinge um centro de distribuição de eletrodomésticos da rede de lojas Ponto Frio, em Guarulhos, na Grande São Paulo, na tarde desta quarta-feira (12).

O fogo teve início por volta das 16h30, de acordo com os bombeiros. O depósito fica no km 215 da Rodovia Presidente Dutra. Segundo a assessoria do Grupo Pão de Açúcar, ainda não há informação sobre vítimas.

O Corpo de Bombeiros de Guarulhos afirma que mais de 20 equipes foram enviadas ao local para trabalhar na contenção das chamas.

A assessoria de imprensa da Infraero no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, informou que do terminal era possível ver as chamas, mas a fumaça não atrapalhava os pousos e decolagens.
Na Rodovia Presidente Dutra, que fica próxima ao local do incêndio, a informação da concessionária Nova Dutra era a mesma às 17h15: o fogo não prejudicava a visibilidade dos motoristas nem o tráfego.

Andreia Tinti, assistente de marketing de uma empresa próxima ao local do incêndio, disse que viu as chamas por volta das 17h. “Vem muita fumaça aqui perto. Chamaram, inclusive, pessoas da comissão interna de acidentes para ajudar. O problema é que bem ao lado tem um posto de gasolina”, afirmou.

Fonte: G1





Frente Parlamentar de Logística São Paulo

26 04 2010

     Com o objetivo de propor debates, projetos e soluções para as deficiências logísticas do Estado de São Paulo será lançada no dia 28 a Frente Parlamentar de Logística (Frenlog), criada por projeto de resolução do deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB).

     De acordo com o deputado Bigardi, a instituição da Frente Parlamentar permitirá uma interação entre o setor logístico e o poder público. “A área de logística é fundamental para o pleno desenvolvimento do setor produtivo do país, com a criação da Frente Parlamentar teremos uma discussão específica sobre o assunto com a participação de especialistas e entidades do setor, que auxiliarão a nós parlamentares a apresentar medidas para a área de logística do Estado”, afirma Bigardi.

     Segundo o deputado a ideia da criação da Frente Parlamentar de Logística surgiu após conversa com a ABEPL (Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística) e demais entidades e profissionais do setor. Bigardi acredita que com a implantação da Frenlog os problemas de infraestrutura serão minimizados e haverá um crescimento ainda maior no setor.

     A Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística (ABEPL) foi pioneira em trazer a logística para o centro das discussões no país. O presidente da ABEPL, Luciano Rocha, destaca que a criação da Frenlog contribui para a discussão da infraestrutura logística. “Após conversas com a Associação, o deputado teve a sensibilidade política para levantar essa bandeira que é discutir o setor logístico no Estado de São Paulo”, afirma.

     O dirigente destaca que no momento em que se discute um possível apagão logístico no país, o lançamento da Frente não poderia ser mais oportuno. “Um colapso no setor logístico nacional certamente impediria o crescimento econômico do país”, comenta Rocha. Dessa maneira, a Associação dará todo o suporte técnico necessário ao grupo para desenvolver políticas para o setor.

Serviço:
Frente Parlamentar de Logística
Data: 28 de abril
Horário: 10 horas
Local: Auditório Teotônio Vilela – Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
Av. Pedro Álvares Cabral, 201 – São Paulo – SP
Iniciativa: Deputado Estadual Pedro Bigardi
Apoio: Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística





Supermercados começam a ‘encolher’ no País

23 04 2010

São Paulo – O tamanho das lojas do varejo de alimentos no Brasil está encolhendo, revertendo uma tendência de crescimento acelerado de pontos de venda gigantescos que predominava desde a década de 80 na época da inflação galopante. Nos últimos dois anos, enquanto o número de lojas menores, que incluem o modelo de vizinhança e o atacarejo (formato que mistura o atacado com o varejo), deu um salto, o volume de lojas maiores, como os hipermercados e supermercados, teve um crescimento inexpressivo ou até diminuiu, revela o Relatório Anual da revista Supermercado Moderno. As lojas de atacarejo são, em média, 25% menores que os hipermercados. A área de vendas das lojas de vizinhança é 46% a dos supermercados.

     Segundo a pesquisa, que está na 39ª edição e é uma espécie de radiografia do varejo de alimentos, de 2007 para 2009, o número de lojas de vizinhança cresceu 134% – de 333 para 779 unidades. O número de lojas de atacarejo também mais que dobrou: eram 90 unidades em 2007 e somavam 197 no fim de 2009. Em contrapartida, houve retração no número de lojas de supermercados, de 1,5% em dois anos, e a quantidade de lojas de hipermercados aumentou apenas 8% nesse período.

     A pesquisa mostra que essa tendência é clara quando se avalia as três gigantes do varejo de supermercados: Carrefour, Pão de Açúcar e Wal-Mart. O tamanho médio das lojas dessas três companhias diminuiu 6,4% em dois anos, levando-se em conta todos os formatos de lojas.
Na análise do coordenador da pesquisa, Valdir Orsetti, a mudança de perfil do varejo de alimentos, de grandes para pequenas lojas é fruto da vários fatores combinados. O primeiro deles é ascensão social das classes de menor poder aquisitivo para os estratos mais abastados. “Com crédito e renda, o consumidor quer fazer as compras perto de casa e gastar o tempo livre para o lazer”, explica. Além disso, a estabilidade da moeda chancelou as compras mais frequentes e em menor volume, pois os preços não mudam do dia para noite como ocorria na época da hiperinflação.

     Por último, ele acrescenta que uma fatia significativa da população está envelhecendo. Por razões físicas, esses consumidores não têm disposição de percorrer grandes lojas quando vão às compras e optam pelas lojas menores, próximas de suas residências. De acordo com a pesquisa, as lojas de vizinhança e os atacarejos estão presentes praticamente em todo o País, com forte concentração nas regiões Sudeste, Norte e Nordeste. O Sudeste reúne quase a metade (49%) das lojas de atacarejo, e o Norte e Nordeste, 24%. No caso das lojas de vizinhança, o Sudeste responde por 60% delas, e o Norte e Nordeste, por 37%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

——————–

     Esse quadro mostra que a distribuição para supermercados estará cada vez mais pulverizadas, pois como o aumento da quantidade de lojas em várias localizações substituirá a entrega de produtos em um grande hipermercado que abrangeria uma grande região, maior será o planejamento e, principalmente, a roteirização será mais complexa devido ao grande número de destinos.





Acidentes envolvendo empilhadeiras

17 04 2010

     As empilhadeiras são esquipamentos de movimentação interna e responsável pela maior parte do fluxo de materiais na atividade de armazenagem. É preciso ter todo um gerencimanto e controle da frota de empilhadeiras, pois elas impactam nos custos de armazenagem caso haja convergências nos seus usos e controles.

     O vídeo a seguir mostra cenas de acidentes envolvendo empilahdeiras, na maioria dos casos, esses acidentes ocorrem devido à imprudência dos operadores e falta de um padrão qualificado de segurança no trabalho.





Dica de curso de Excel

14 04 2010

O Excel é o programa mais utilizado para o desenvolvimento de planilhas eletrônicas utilizando inúmeros recursos como tabelas dinâmicas, fórmulas, funções, gráficos, relatórios, etc. Mesmo com complexos sistemas empresarias, o Excel continua sendo uma das ferramentas mais importantes nas empresas e, essencialmente, profissionais de todas as áreas (principalmente o de LOGÍSTICA) devem conehcer pelo menos o básico do programa.

O objetivo deste post é passar à todos o site Express Training (http://www.expresstraining.com.br/index.php) que oferece cursos gratuitos de Excel. O site possui grande quantidade de material sobre o programa, desde o nível básico ao avançado. É uma boa dica para quem quer aprender, aperfeiçoar ou rever o que já sabe sobre Excel.





Metodologia 5S’s – O que é? Qual o conceito?

8 04 2010
O Método “5S” foi base da implantação do Sistema de Qualidade Total nas
empresas. Surgiu no Japão, nas décadas de 50 e 60, após a Segunda Guerra
Mundial, quando o país vivia a chamada crise de competitividade. Além disso,
havia muita sujeira nas fábricas japonesas, sendo necessária uma reestruturação
e uma “limpeza”.

O país precisava reestrutura-se, organizar as indústrias e melhorar a produção
para ser compatível com o mercado mundial.

O programa tem este nome por tratar-se de um sistema de cinco conceitos
básicos e simples, porém essenciais e que fazem a diferença no Sistema da
Qualidade.

Espanha e Inglaterra adotaram metodologias equivalentes, porém com nomes
diferentes: “Teoria da Escova” e “Housekeeping”, respectivamente; mas a idéia é a
mesma- sempre buscar o Sistema da Qualidade Total .

É possível eliminar o desperdício (tudo o que gera custo extra) em cinco fases,
com base no método “5S”. Foi um dos fatores para a recuperação de empresas
japonesas e a base para a implantação da Qualidade Total naquele país.
Os cinco conceitos foram introduzidos no Brasil posteriormente, em 1991, pela
Fundação Cristiano Ottoni.

Os 5 conceitos são:

1.º S – SEIRI – SENSO DE CLASSIFICAÇÃO
CONCEITO: Separar o útil do inútil, eliminando o desnecessário. 
É essencial saber separar e classificar os objetos e dados úteis dos inúteis da
seguinte forma:
• o que é usado sempre: colocar próximo ao local de trabalho.
• o que é usado quase sempre: colocar próximo ao local de trabalho.
• o que é usado ocasionalmente: colocar um pouco afastado do local d trabalho.
• o que é usado raramente, mas necessário: colocar separado, em local
determinado.
• o que for desnecessário: deve ser reformado, vendido ou eliminado, pois ocupa
espaço necessário e atrapalha o trabalho.

2.º S – SEITON – SENSO DE ORDEM
CONCEITO: Identificar e arrumar tudo, para que qualquer pessoa possa localizar
facilmente.
É colocar em ordem, conforme sua frequência de utilização.
Nesta fase é importante:
• padronizar as nomenclaturas.
• usar rótulos e cores vivas para identificar os objetos, seguindo um padrão.
• guardar objetos diferentes em locais diferentes.
• expor visualmente os pontos críticos, tais como extintores de incêndio,
locais de alta voltagem, partes de máquinas que exijam atenção, etc.
• determinar o local de armazenamento de cada objeto
• onde for possível, eliminar as portas.
• Não deixar objetos ou móveis no meio do caminho, atrapalhando a
locomoção no local.

3.º S – SEISO – SENSO DE LIMPEZA
CONCEITO: Manter um ambiente sempre limpo, eliminando as causas da sujeira e
aprendendo a não sujar.
Tem como objetivo limpar, possibilitando a ordenação da área e eliminando a sujeira acumulada durante o tempo.
O desenvolvimento do senso de limpeza proporciona:
• Maior produtividade das pessoas, máquinas e materiais, evitando o retrabalho.
• Evita perdas e danos de materiais e produtos.

Para isto, é importante que o pessoal tenha consciência e habitue-se a:
• Procurar limpar os equipamentos após o seu uso, para que o próximo a usar
encontre-o limpo.
• aprender a não sujar e eliminar as causas da sujeira.
• definir responsáveis por cada área e sua respectiva função.
• manter os equipamentos, ferramentas, etc, sempre na melhor condição de uso
possível.
• Após usar um aparelho, deixá-lo limpo e organizado para o próximo utilitário
• Cuidar para que se mantenha limpo o local de trabalho, dando atenção para os
cantos e para cima, pois ali acumula-se muita sujeira
• Não jogar lixo ou papel no chão
• Dar destino adequado ao lixo, quando houver 

4.º S – SEIKETSU – SENSO DE PADRONIZAÇÃO
CONCEITO:
O termo SEIKETSU não expressa um movimento de ação como nos 3 primeiros S’s, ele representa um “estadoou umaconseqüência. Significa manter o estado dos 3S’s, promovendo o consenso de padrões individuais para padrões coletivos.
O pessoal deve ter consciência da importância desta fase, tomando um conjunto
de medidas:
• ter os três S’s previamente implantados.
• Capacitar o pessoal para avaliem se os conceitos estão sendo aplicados
realmente e corretamente
• eliminar as condições inseguras de trabalho, evitando acidentes ou
manuseios perigosos
• humanizar o local de trabalho numa convivência harmônica.
• difundir material educativo sobre a saúde e higiene.
• respeitar os colegas como pessoas e como profissionais,
• colaborar, sempre que possível, com o trabalho do colega
• cumprir horários,
• entregar documentos ou materiais requisitados no tempo hábil,
• não fumar em locais impróprios, etc.
5.º S – SHITSUKE – SENSO DE AUTO-DISCIPLINA
CONCEITO:
O cumprimento de regras determinadas, o uso do uniforme, crachá de identificação, ou dos  equipamentos de proteção são diversos “contratos”realizados mutuamente para melhorar as condições e o ambiente de trabalho. Fazer dessas atitudes, ou seja, da metodologia, um hábito, transformando os 5s’s num modo de vida.

Atitudes importantes:
• Usar a criatividade no trabalho, nas atividades.
• Melhorar a comunicação entre o pessoal no trabalho.
• Compartilhar visão e valores, harmonizando as metas.
• Treinar o pessoal com paciência e persistência, conscientizando-os para os 5s’s .
• De tempos em tempos aplicar os 5s’s para avaliar os avanços.

Apesar de mal difundido por empresas e pela literatura técnica, hoje se fala do 6º S – SOISEN SUIHAN, que siginifica INSISTIR EM ENSINAR. 


—— 

Qualquer opinião, crítica, dúvida e sugestão, por favor, deixe um comentário!





Roteirizador Via Fácil

1 04 2010

     Estamos chegando há mais um feriadão e, nessas épocas, muitos preparam suas malas e viajam. Portanto, gostaria de sugerir à todos que pretendem viajar e não conhecem muito bem ou nada o caminho até o destino o serviço de roteirização do site Via Fácil.

     Depois que entrar no site da Via Fácil clique em Roteirizador e coloque os dados para a rota e outras informações serem processadas. O interessante é que além do caminho (rota), mostra-se o consumo em litros e dinheiro do combustível, e claro, informações detalhadas da rota.

     Fica aí a dica!

     P.S.: Bom feriado à todos e tenham consciência no volante. Todos sabemos o quão perigosas são as estradas brasileiras, portanto, zelem pelas suas vidas e as dos outros.

    








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