Eficácia x Eficiência

31 05 2010

Um post bem rápido 🙂

Apesar das palavras quase parecem ortograficamente iguais, seus significados são bem diferentes. Algumas empresas têm a visão de que não importa a quantidade de recursos necessários serão usados para atender a demana de determinado produto, oferecer um bom serviço, atingir um objetivo, mas sim o cumprimento do que foi acertado. Essas empresas são eficazes, mas não eficientes.

Eficácia é a forma de como uma empresa atinge um determinado objetivo ou resultado.  Enquanto a eficiência busca atingir tal objetivo, mas com medidas para a redução do uso de recursos da empresa. Empresas bem organizadas e que buscam vantagem competitiva visam a eficiência, ou seja, produzir mais com menos.

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Avião Antonov 225 Mriya pousando no aeroporto de Garulhos

26 05 2010

No link https://universodalogistica.wordpress.com/2008/07/08/antonov-an-225-mriva-o-maior/ tem várias informações sobre este monstro dos ares, um super avião de cargas Russo.

Aqui vão algumas especificações e, logo em seguida, o vídeo do avião pousando em Cumbica – Guarulhos – no dia 14 de fevereiro deste ano:

Tipo de aeronave: Cargueiro

Propulsão: 6 turbinas ZMKB Progress Lotarev D-18T (com 229,50 kN de propulsão cada)

Peso máximo de carga permitido para conseguir decolar: 600 t.

Peso máximo de carga útil (interna ou externa): 250 – 275 t.

Envergadura de asa: 88,4 m

Comprimento: 84 m

Velocidade: 865 km/h

Altura: 18,1 m (excluindo o trem de pouso)

Dimensões de carga: 45,35 m de comprimento; 6,4 m de largura; 4,4 m de altura

Autonomia de voo com carga máxima: 4.500 km

Autonomia de voo com tanques de combustível cheios: 15.400 km

Tripulação: 7 pessoas.

Zona de carga caberia o equivalente a: 1.500 pessoas





Sistemas de Produção

24 05 2010

Linha de produção de aviões

A produção é composta por operações que transformam um conjunto de matérias em produtos acabados ou semi-acabados. É a razão de empresas do segundo setor econômico, o da manufatura, de existir. Portanto, empresas que criam e implantam estratégias bem definidas, possuem boa vantagem competitiva em relação à concorrência.

Vou falar brevemente de quatro variáveis de produção que  as empresas usam.

Sistema de Produção Contínua ou Produção RepetitivaMake to Stock em inglês

Produção para atender nivéis de estoque, atender previsões de vendas, ocorre antes que um pedido seja recebido. O tempo de entrega para o cliente é minimizado deviado ao fato de haver produtos em estoque. Estoques de segurança são mantidos para enfrentar as oscilações de mercado.

Este tipo de produção divide-se em  indústria discreta e indústria de processos. A indústria discreta possui como exemplo computadores, TV’s, geladeiras, etc. Na indústria discreta, os lotes de materiais são facilmente identificados. A indústria de processos, geralmente são representadas por derivados de petróleo e os lotes de materiais são dificilmente identificados devido à grande mistura de matérias.

Produção para atender um pedido específicoMake to Order

O processo de manufatura se iniciaa partir do momento em que o cliente faz um pedido. Geralmente, os componentes e acessórios se encontram armazenados e, após o pedido do cliente, são utilizados para a manufatura do produto. Caso o fabricante não tenha algum componenten em estoque, o cliente terá que esperar para iniciar a produção. O tempo de entrega para o cliente é maior do que no processo Make to Stock.

Montagem Assemble to Order

Normalmente utilizado na indústria automobilística que, ao receber o pedido de uma concessionária, monta os veículos conforme as configurações desejadas pelo cliente, como cor, ar-condicionado, teto-solar, som, etc. O fabricante monta uma grande quantidade  diversificada de produtos finais, com diferenets características e poucos elementos ou componentes montados. É necessário haver uma boa manutenção de itens e componentes no estoque devido a alta flexibilidade que a empresa deve ter para entregar os produtos no tempo determinado.

Projetos sob medidaDesign to Order ou Engineer to Order

Sistema que envolve projeto, desenho, materiais e componentes, fabricação e montagem. O cliente, na maioria das vezes, estabele as especificações em função da necessidade do produto. É um processo de longa duração que pode levar anos  para a conclusão e a utilização de grande número de pessoas e empresas. Este sistema é utilizado na construção de aviões, navios, satélites, máquinas e caldeiras, edifícios, pontes e várias outras construções do setor civil.

Combinação de Sistemas de Produção

As empresas podem utilizar apenas um dos sistemas de produção ou uma combinação deles. Estoque gera custos na cadeia de abastecimento, mas por outro lado permite um tmepo de entrega mais curto ao cliente, portanto, definir estratégias levando em consideração os tipos de produtos a ser manufaturados e os perfis dos clientes é essencial para evitar custos adcionais e atender às necessidades do mercado.

Rodolfo Luiz Alvarenga





Vídeo contando um pouco sobre a história da logística

19 05 2010

O vídeo abaixo conta, resumidamente, um pouco sobre a história da logística que teve seu início em guerras da antiguidade.

Abraço!





Tipos de Containers

18 05 2010

A globalização, abertura de novos mercados, concorrência internacional, produção de produtos em países com mão de obra barata, o crescente consumo mundial devido ao aumento da população e sua renda, e entre outros fatores, são responsáveis pelo aumento da exportação e importação entre países do mundo.  Foi preciso se planejasse  a distribuição de  produtos ao redor do globo utilizando de meios seguros e que permitiriam o bom armazenamento dos mesmos.

O principal modal para transporte de cargas entre países permitindo uma garnde capacidade de carregada e frete reduzido é o marítimo. Para acondicionar os produtos para o transporte até o destino final são utilizados containers. Falando de modo grosso, containers são grandes caixa retangulares com uma entrada para o carregamento e descarregamento de produtos, paletizados ou não.

Veja abaixo alguns tipos de containers:

Insulated Container (IN)Refrigerado

Estes containers são altamente separados e resfriados por ar circulante gelado no controle de temperaturas. O ar gelado é fornecido pelo Navio- ou uma pequena base móvel ou por uma unidade acoplada. Todas as variações de cargas com controle de diferentes temperaturas, podem ser carregadas em “Conair” containers.

Integrated Reefer Container (RF / RH)Refrigerado

Os Containers Reefers são compatíveis para carregar qualquer tipo de carga que necessitem de comtrole de temperatura : Desde carne congelada e peixe até frutas como laranja, bananas e vegetais, chocolate, produtos químicos e filmes fotográficos.

Dry Cargo Container (DC/DV/HC)Dry Box

O Dry Cargo Container é o que mais se adequa a todo tipo de carga geral.

Open Top Container (OT)

Se a carga se torna difícil para ser unitizada através das portas do container, então a unitização poderá ser feita através do topo do container, com um guindaste. Após a ovação, é colocada uma lona que servirá como teto.

Flat Rack Container (FR)

Para cargas muito pesadas e com tamanho fora de padrão, podemos utilizar os containers Flat Racks, que são indicados para transporte de veículos pesados, cabos, bobinas de aço, chapas de aço, tubos, etc, podendo ser utilizados as versões de 20ft e 40ft.

Platform (PL)

As Plataformas são ideais para uso em operações ro-ro e para carregar maquinas e outras cargas  que não possam ser carregadas em nenhum outro tipo de container. Também estão disponíveis em versões de 20ft e 40ft.

Ventilated Container (VE)

O Design é especialmente compatível para cargas orgânicas, como o café.

Bulk Container (BK)

Containers apropriados para carregar carga a granel tais como farinha, cimento, plástico granulado, açucar e outros tipos de carga organica a granel.

Tank

Tanks são tipos de containers viáveis para carga IMO tipo 1, 2, 5 e carga não perigosa, refrigerada e substancias aquecidas de  -40°C até +65°C / -40° F to + 149° F.

Insulated Hanging Cargo (IH) – Refrigerado com Ganchos

Utilizado para o transporte de carnes.

O transporte marítimo não se limita apenas a containers, pois alguns produtos e, principalmente, recursos minerias e alguns alimentos são armazenados em compartimentos especias e exclusivos dos vários tipos de navios existentes, cada um com suas características. Mas falaremos de navios num post futuro.

Abraço!





Revista Mundo Logística – Edição 16

17 05 2010

Confira detalhes dos artigos desta edição:

– Redução do nível de estoques e custos, e melhoria no atendimento a clientes
O sucesso de um projeto realizado em uma grande multinacional do ramo de autopeças, que teve como objetivos: reduzir o nível dos estoques da companhia e seus custos relativos, como melhorar o atendimento aos clientes internos. Por: Geraldo Cesar Meneghello

– Redução de Custos na Gestão de Materiais
O caso de redução de custos de uma grande empresa do segmento têxtil, baseado na implantação do sistema ABC. Uma comparação do funcionamento do atual modelo de gestão de materiais (ABC) com o anterior. Por: Anderson Silva de Souza

– Redução de custos sobre as ineficiências escondidas da operação
Um caso de sucesso focando em processos historicamente embutidos e acomodados nas atividades operacionais e que geram perdas, e perdas precificadas no contexto de todo o serviço prestado ou recebido. Por: Edison Batista
– Redução de Custos em Movimentação e Separação de Materiais
Um caso de sucesso na separação e preparação de pedidos para a expedição (diminuindo o ciclo de vida do pedido). Por Edemilson Aparecido Sarmento
– Análises e Tendências de Longo Prazo para o Setor Portuário Nacional
Análise da situação atual do setor portuário nacional, verificando as suas tendências em relação à dinâmica econômica brasileira e às possibilidades de expansão no longo prazo. Por Hugo Ferreira Braga Tadeu e Jersone Tasso Moreira Silva
– A logística reversa e o meio ambiente – o caso da indústria de computadores
Análise da logística reversa pós-consumo de produtos eletroeletrônicos, especialmente de produtos da indústria de computadores no Brasil. Por João Eugenio Cavallazzi e Carlos Taboada
– Saiba como Selecionar seu Prestador de Serviços Logísticos
Na seleção de seus prestadores de serviços logísticos, o relacionamento continuado e duradouro é um bom indicador de que você pode ter feito a escolha certa. Por Paul Evanko e Edson Carillo
– Logística, supply chain e desenvolvimento sustentável
O presente estudo se apoia na análise de 111 artigos publicados entre 2004 e 2009 sobre a integração de objetivos ao mesmo tempo econômicos, ecológicos e/ou sociais na cadeia de suprimentos. Por Darli Rodrigues Vieira, Christine Belin- Munier e Milena Chang Chain
– Combinação ou Competição de Previsões: Um Estudo de Caso nos Fretes do Agronegócio – Parte 1
Estudo de caso que busca analisar o comportamento do preço de frete no setor de agronegócios, um dos mais dinâmicos da economia brasileira. Por Marina Andries Barbosa e Peter Wanke
– Parcerias Colaborativas na Cadeia de Suprimentos – um estudo no varejo supermercadista
Uma análise da relação envolvendo Centrais de Negócios e Indústrias do varejo supermercadista no Estado de São Paulo. Por Marcos Livato
– Coluna Estrategística: O caminho do Logístico
Por Rodrigo Guerra
– Coluna Logisticamente Falando: Supply Chain vs. Supply Chain
Por Rodrigo Acras
– Coluna Recomendação de Leitura: Deciding in the Dark
Por Darli Rodrigues Vieira
– Coluna As Leis da Logística: Lei I: Ambiente
Por Adalberto Panzan
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Confira mais detalhes dos artigos desta edição:

– Redução do nível de estoques e custos, e melhoria no atendimento a clientes
O sucesso de um projeto realizado em uma grande multinacional do ramo de autopeças, que teve como objetivos: reduzir o nível dos estoques da companhia e seus custos relativos, como melhorar o atendimento aos clientes internos. Por: Geraldo Cesar Meneghello

– Redução de Custos na Gestão de Materiais
O caso de redução de custos de uma grande empresa do segmento têxtil, baseado na implantação do sistema ABC. Uma comparação do funcionamento do atual modelo de gestão de materiais (ABC) com o anterior. Por: Anderson Silva de Souza

– Redução de custos sobre as ineficiências escondidas da operação
Um caso de sucesso focando em processos historicamente embutidos e acomodados nas atividades operacionais e que geram perdas, e perdas precificadas no contexto de todo o serviço prestado ou recebido. Por: Edison Batista
– Redução de Custos em Movimentação e Separação de Materiais
Um caso de sucesso na separação e preparação de pedidos para a expedição (diminuindo o ciclo de vida do pedido). Por Edemilson Aparecido Sarmento
– Análises e Tendências de Longo Prazo para o Setor Portuário Nacional
Análise da situação atual do setor portuário nacional, verificando as suas tendências em relação à dinâmica econômica brasileira e às possibilidades de expansão no longo prazo. Por Hugo Ferreira Braga Tadeu e Jersone Tasso Moreira Silva
– A logística reversa e o meio ambiente – o caso da indústria de computadores
Análise da logística reversa pós-consumo de produtos eletroeletrônicos, especialmente de produtos da indústria de computadores no Brasil. Por João Eugenio Cavallazzi e Carlos Taboada
– Saiba como Selecionar seu Prestador de Serviços Logísticos
Na seleção de seus prestadores de serviços logísticos, o relacionamento continuado e duradouro é um bom indicador de que você pode ter feito a escolha certa. Por Paul Evanko e Edson Carillo
– Logística, supply chain e desenvolvimento sustentável
O presente estudo se apoia na análise de 111 artigos publicados entre 2004 e 2009 sobre a integração de objetivos ao mesmo tempo econômicos, ecológicos e/ou sociais na cadeia de suprimentos. Por Darli Rodrigues Vieira, Christine Belin- Munier e Milena Chang Chain
– Combinação ou Competição de Previsões: Um Estudo de Caso nos Fretes do Agronegócio – Parte 1
Estudo de caso que busca analisar o comportamento do preço de frete no setor de agronegócios, um dos mais dinâmicos da economia brasileira. Por Marina Andries Barbosa e Peter Wanke
– Parcerias Colaborativas na Cadeia de Suprimentos – um estudo no varejo supermercadista
Uma análise da relação envolvendo Centrais de Negócios e Indústrias do varejo supermercadista no Estado de São Paulo. Por Marcos Livato
– Coluna Estrategística: O caminho do Logístico
Por Rodrigo Guerra
– Coluna Logisticamente Falando: Supply Chain vs. Supply Chain
Por Rodrigo Acras
– Coluna Recomendação de Leitura: Deciding in the Dark
Por Darli Rodrigues Vieira
– Coluna As Leis da Logística: Lei I: Ambiente
Por Adalberto Panzan




Fogo destrói centro de distribuição do Ponto Frio

12 05 2010

Um incêndio de grandes proporções atinge um centro de distribuição de eletrodomésticos da rede de lojas Ponto Frio, em Guarulhos, na Grande São Paulo, na tarde desta quarta-feira (12).

O fogo teve início por volta das 16h30, de acordo com os bombeiros. O depósito fica no km 215 da Rodovia Presidente Dutra. Segundo a assessoria do Grupo Pão de Açúcar, ainda não há informação sobre vítimas.

O Corpo de Bombeiros de Guarulhos afirma que mais de 20 equipes foram enviadas ao local para trabalhar na contenção das chamas.

A assessoria de imprensa da Infraero no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, informou que do terminal era possível ver as chamas, mas a fumaça não atrapalhava os pousos e decolagens.
Na Rodovia Presidente Dutra, que fica próxima ao local do incêndio, a informação da concessionária Nova Dutra era a mesma às 17h15: o fogo não prejudicava a visibilidade dos motoristas nem o tráfego.

Andreia Tinti, assistente de marketing de uma empresa próxima ao local do incêndio, disse que viu as chamas por volta das 17h. “Vem muita fumaça aqui perto. Chamaram, inclusive, pessoas da comissão interna de acidentes para ajudar. O problema é que bem ao lado tem um posto de gasolina”, afirmou.

Fonte: G1