O Grupo JBS-Friboi abriu algumas vagas na sua divisão de transporte. As vagas são para o interior de São Paulo, Goiânia e estado de Goiás.
Detalhes da Vaga:
Principais Atividades:
• Gerenciar Pessoas;
• Gerenciar Frotas (Monitorar/ rastrear, manutenção e consumo médio);
• Cumprir as metas exigidas pela empresa;
• Auxiliar a gerência, etc.
Pré-requisitos:
• Ensino Superior Completo em: Administração, Logística, Engenharia e Ciências Contábeis;
• Mínimo de 01 ano de experiência na área;
• Conhecimento do Pacote Office;
• Idade entre 23 a 36 anos
Competências:
• Dinamismo;
• Relacionamento Interpessoal;
• Iniciativa;
• Habilidade de comunicação e negociação;
• Foco em resultados;
• Comprometimento com o negócio;
• Senso de urgência;
• Empreendedorismo;
• Conhecimento técnico em caminhões.
Os interessados podem mandar o currículo para o e-mail: francine.freire@lin.jbs.com.br
Tive a oportunidade de analisar o Guia Geral dos Transportes da Transvias e achei ótimo para quem trabalha com transporte rodoviário. É uma ótima maneira de localizar empresas de transporte de cargas por todo o país. Essencial para embarcadores que buscam transportadoras e essas, para conseguir frete retorno.
Além do guia impresso, o portal on-line Transvias ( http://www.transvias.com.br/ ) permite cotação, contato com transportadores, simulador de distância e outros recrusos.
Escoltas armadas, equipamentos de última geração e segurança reforçada: nada disso impede o aumento do roubo de cargas no Brasil. A maior parte desses roubos acontece em São Paulo e nas proximidades da cidade. As rodovias mais perigosas são a Régis Bittencourt e a Anhanguera. Os criminosos procuram principalmente cargas de alimentos, eletroeletrônicos e remédios. Para atacar, eles chegam a se disfarçar de policiais. Quem carrega a riqueza do país convive com a insegurança.
“Já fui assaltado. No meio do movimento, o cara chegou e meteu o cano. O sinal fechou, o cara chegou em cima e colocou o revólver”, lembra o caminhoneiro Jorge Luis Carvalho da Silva.
“Não tem segurança mais, a gente sai de casa e não sabe se vai voltar”, lamenta outro caminhoneiro.
“Está perigoso a qualquer momento. Você está sujeito a ser assaltado”, reforça um homem.
Ao todo, 53% dos roubos de cargas do país acontecem no estado de São Paulo e 21% no Rio de Janeiro. Em 2010, o prejuízo dos empresários paulistas e das seguradoras chegou a R$ 280 milhões. Em 2011, já é de R$ 68 milhões. Quanto mais valiosa a carga, maior o risco de ser atacado.
“Uma quantidade grande de laptops que foram roubadas, ou de linha branca, onde vão parar esses produtos? Só pode ser para o comercio formal. Alguém está ganhando com isso, por isso a ideia da cassação, que já acontece com aqueles postos de gasolina que vendem combustível batizados. Eles acabam perdendo o direito de comercializar”, explica Adauto Bentivegna Filho, diretor executivo do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo.
As transportadoras calculam que gastam até 15% do faturamento em escoltas, equipamentos e seguros. Mas nada disso tem impedido a ação dos ladrões. No primeiro trimestre, no estado de São Paulo, foram registrados quase 1,8 mil roubos.
O risco de assalto é maior quando o caminhão circula na capital, onde ocorrem 60% dos roubos de carga do estado. Muitas vezes, os bandidos se disfarçam de policiais.
Nos últimos dias, duas quadrilhas foram presas. Tinham armamento pesado.
“Os roubos são concentrados em uma área de 100 a 150 quilômetros da capital. Eles agem em quadrilhas de pelo menos quatro pessoas fortemente armadas. Agem nas proximidades de regiões mais populosas, porque isso facilita a distribuição da mercadoria”, aponta o delegado coordenador do Procarga, Waldomiro Milanese.
Na capital, as zonas Leste e Sul são as que registram o maior número de roubos de cargas. Muitos caminhões trafegam com sistema de rastreamento por satélite para que seja possível localizar a carga em caso de roubo. Mas, segundo a polícia, os criminosos já têm equipamentos que bloqueiam o sinal.
A excelente revista Mundo Logística irá realizar o LogisTI Fórum 2011, que apresentará cases de sucesso sobre os benefícios do uso da tecnologia da informação no supply chain. É uma ótima oportunidade para saber como a TI pode ajudar na melhor gestão logística da sua empresa e se atualizar na área, conhecendo novas ferramentas.
Nos dias 03 e 04 de maio, estará ocorrendo, no Centro Empresarial de São Paulo, a 7º Maratona de Supply Chain Management. Eu tive a oportunidade de participar da 6º edição da maratona e recomendo a todos os profissionais e estudantes da área. Além da apresentação de cases de grandes empresas, o evento reúne profissionais da área, o que garante uma expansão do network. É possível conhecer serviços e produtos de empresas participantes através de estandes de divulgação no local. É uma ótima oportunidade para atualizar os conhecimentos e colocá-los em prática no dia-a-dia empresarial.
É incrível a rapidez com que foi reconstruído um trecho de uma rodovia no Japão que foi destruída em consequência do terremoto do dia 11 de março que, juntamente com um tsunami, assolou parte do país e o colocou em alerta de uma tragédia radioativa.
A empresa responsável pela manutenção da rodovia em Naka, na província de Ibaraki, recuperou um trecho de 150 metros que faz ligação com a capital Tóquio.
A foto abaixo mostra o trecho destruído após os temores:
Trecho destruído após os tremores
A imagem abaixo mostra como ficou a estrada após ser reconstruída:
Trecho reconstruído em apenas seis dias
Apesar da tragédia, e o risco de um desastre nuclear, o Japão já mostra indícios de recuperação. Um país que já sofreu com guerras e desastres naturais, e sempre se recuperou, novamente mostra ao mundo a força de vontade e garra desse povo.
Um dos itens mais importantes da logística, utilizado na armazenagem e transporte é o pallet (ou palete). O pallet é uma plataforma com medidas específicas e feito utilizando, em maior parte, a madeira como matéria-prima. Hoje, com a preocupação ambiental, vemos pallets feitos de plástico e até de metal, para evitar o corte de árvores, mesmo que de reflorestamento. Muitos pallets são reutilizáveis, o que proporciona um ciclo de vida maior e mais sustetável.
O pallet pode ser utilizado para a unitização de diversos tipos de produtos e facilita o transporte, manuseio e armazenagem deste produtos e reduz o tempo destas operações. Mas é necessário que a empresa tenha estrutura e equipamento necessário para manusear os pallets. Para a movimentação do pallet é necessário o uso de empilhadeiras e transpaleterias (manuais ou elétricas) que encaixam os garfos nas aberturas do pallet e as utilizam para a suspensão do mesmo. Os pallets são armazenados em estruturas porta-pallets.
Os pallets são utilizados em carregamentos de cargas em caminhões ou containers. É necessário que seja emitida uma nota fiscal especificando a quantidade e valor dos pallets transportados para garantia caso ocorra perda e seja requerido ressarcimento. O valor dos pallets pode ser acrescido ao preço do produto caso não ocorra a devolução dos mesmos.
Atualmente, as empresas não precisam ser proprietárias de pallets, pois há prestadores de serviços que alugam pallets, na quantidade e momento requerido pelo cliente. É sempre essencial, na contratação destes serviços, analisar o contrato para definir quais responsabilidades de cada parte.
Para administração e controle dos pallets, código de barras são utilzados para constar informações do proprietário, produto, destino, entre outras informações de determinado pallet.
Os principais tipos de pallets são:
Pallets descartáveis (Oneway):
Larga utilização na industria, baixo peso e custo, geralmente construídos em 'pinus' e projetados a partir de peça que será movimentada. O nome "oneway" é pelo fato de não ser reutilizado depois do primeiro uso.
Pallets comun:
Maior resistência e capacidade de carga, ótimo custo-beneficio, geralmente são fabricados de acordo com as dimensões exigidas pelo cliente. Podem ser utilziados mais de uma vez.
Pallet PBR:
Introduzido no mercado em 1990 pela Abras e entidades que fazem parte do Comitê Permanente de Paletização (CPP), com a assessoria do Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (IPT-USP), depois de vários anos de testes e ensaios, o pálete padrão PBR é o modelo ideal para a movimentação e armazenamento de mercadorias no Brasil. Com a padronização da medida, em 1,00 x 1,20m, e da estrutura de construção, pela primeira vez passou a ser economicamente viável a manutenção de estoques de pallets para venda futura.
Pallet plástico PBR dupla face:
Pallet de plástico. Alternativa para o pallet de madeira.
Transpaleteira manual:
Transpaleteira elétrica:
Empilhadeira carregando um pallet com tambores:
Pallet sendo colocado em posição numa estrutura porta-pallet:
Estrutura porta-pallet:
É importante destacar que o operador de empilhadeira tenha experiência e prática no uso do equipamento, pois é comum um operador errar a colocação dos garfos da empilhadeira e danificar o pallet.
O pallet, apesar de parecer simples, continuará por muito tempo sendo essencial para o fluxo e armazenagem produtos entre os elos de uma cadeia de abastecimento.
A nova edição número 20 da revista Mundo Logística já está disponível. Abaixo, segue o conteúdo da mesma:
- A importância de SLAs na terceirização logística Saiba como as empresas precisam de termos contratuais eficazes para gerir a qualidade dos serviços de logística terceirizada e, desta forma, do nível de serviços prestados aos seus próprios clientes. Esta ideia básica está por trás dos chamados SLA, ou service level agreements. Por Alexander Supply
- Coluna Supply Chain Consulting – Reduzindo riscos na seleção de prestadores de serviços logísticos Entenda os passos para reduzir riscos no momento de selecionar ou trocar o seu fornecedor de serviços logísticos. Quais os passos para seleção? Quem deve ser envolvido e muito mais. Por Eduardo Vecchi e Steven Laiss
- Entrevista com Douglas M. Lambert Na entrevista “Uma visão global do Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos”, um dos maiores especialistas do mundo no assunto, Douglas Lambert, conta um pouco do que pensa sobre o assunto. Originalmente publicada como “A Global View of Supply Chain Management” na Universidade de Auckland BUSINESS REVIEW.
- Presente e Futuro dos Sistemas APS Nesta segunda parte do artigo conheça sobre tendências, oportunidades e a emergência de abordagens distribuídas. Por Luis Antonio de Santa-Eulalia, Sophie D’Amours e Jean-Marc Frayret
- Prêmio Rapidão Profissional de Logística do Ano 2010 Conheça como foi a noite de premiação e quem são os finalistas e vencedores de 2010
- A logística na cadeia portuária: o caso do Porto de Lisboa No momento em que se discute a elaboração de um plano nacional de logística portuária, importa, entre outras coisas, definir a posição do porto na moderna cadeia de suprimentos. O porto é cada vez mais percebido como um elo da cadeia. Por Abílio Neves Marques Afonso, Darli Rodrigues Vieira e Dominique Altoé Vieira
- Custeio baseado em atividades (ABC) aplicado na avaliação do desempenho da frota de transportadora de cargas Os resultados oriundos do custeamento pelo ABC permitem o conhecimento de informações gerenciais relevantes para o gestor de uma transportadora. Entenda como utilizá-lo e seus benefícios. Por Rodney Wernke e Eduardo Zanellatto Mendes
- Gestão de Variabilidades na Cadeia de Valor O artigo descreve os aspectos que envolvem as variabilidades da cadeia e propõe novos métodos para suportar a tomada de decisão dos gestores da cadeia de valor. Por Luis Augusto Franciosi e Carlos Frederico Bremer
- A Estratégia de Operações e o Desenho de Redes Logísticas Uma análise dos fatores relevantes na tomada de decisão pela contratação e a satisfação dos embarcadores de menor porte em relação aos serviços de transporte contratados. Por Marcos J. Isaac
- Nível de Serviço Desejado e Percebido pelos Embarcadores Uma análise dos fatores relevantes na tomada de decisão pela contratação e a satisfação dos embarcadores de menor porte em relação aos serviços de transporte contratados. Por Ricardo S. Martins
- Coluna Estrategística: Modelos Intuitivos Por Rodrigo Guerra
- Coluna Logisticamente Falando: Das Fraquezas da Globalização Por Rodrigo Acras
- Coluna Recomendação de Leitura: Gestão Financeira. Ênfase em aplicações e casos nacionais Por Darli Rodrigues Vieira
Pessoal, gostaria de divulgar o blog de um colega dedicado ao modal ferroviário. Achei muito interessante pelo fato de encontrarmos muitas notícias e informações sobre este modal que está começando a ganhar força no país.
Graduado em Logística pela FAJ – Faculdade de Jaguariúna. Logística é uma área pela qual tenho muito interesse, sendo assim, diariamente fico atento às novidades do setor e estudo algo sobre o assunto. Fiz esse blog para compartilhar informações sobre Logística e todas as áreas relacionadas.
E-mail: rodolfo.logistica@gmail.com